Ato histórico reuniu centenas de trabalhadores e dezenas de sindicatos de todo o estado na Capital, marcando o retorno das mobilizações estaduais que não ocorriam desde 2014.
FLORIANÓPOLIS (SC) — Numa demonstração histórica de força, unidade e resistência da classe trabalhadora, o coletivo sindical de Concórdia marcou presença na 6ª Marcha dos Catarinenses, realizada nesta terça-feira, dia 18 de agosto de 2026. O evento teve início às 14h, com concentração que mobilizou delegagões vindas de todas as regiões do estado em direção ao coração da Capital catarinense.
A grande mobilização representou um marco para os movimentos sindicais e sociais de Santa Catarina, uma vez que uma marcha estadual de tal proporção não era realizada desde 2014 — o que injetou um novo fôlego na luta coletiva após mais de uma década.
"Do campo à cidade, quem constrói Santa Catarina é a classe trabalhadora"
Sob o lema principal que uniu diferentes categorias, o ato teve como eixo central pautas urgentes da sociedade catarinense. Entre os destaques que levaram o coletivo de Concórdia e trabalhadores de diversas cidades às ruas esteve a forte mobilização pelo fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, tema que tem tomado o centro dos debates nacionais e estaduais.
A caminhada coloriu as ruas de Florianópolis, passando por pontos emblemáticos como a região da Ponte Hercílio Luz e seguindo em direção à Praça Tancredo Neves, em frente à Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc).
Pautas centrais da 6ª Marcha
A pauta de reivindicações entregue e debatida durante o ato unificado abrangeu demandas vitais para o desenvolvimento social e econômico do estado e do país, incluindo:
Fim da escala 6x1 e redução da jornada de trabalho sem corte nos salários;
Valorização do serviço público e regulamentação da negociação coletiva para a categoria;
Fim do confisco de 14% das aposentadorias e pensões;
Defesa da agricultura familiar, da reforma agrária e dos povos tradicionais;
Combate implacável ao feminicídio e defesa das políticas públicas e sociais.
A participação ativa do coletivo sindical de Concórdia reafirma o papel combativo e descentralizado da região oeste catarinense nas lutas estruturais em defesa dos direitos trabalhistas, mostrando que a voz do interior ecoa com força na Capital do Estado.
A portaria que regulamenta a medida provisória que criou o Novo Desenrola Brasil, anunciado pelo presidente Lula, foi publicada nesta terça-feira, 5, no Diário Oficial da União. Os bancos aguardavam o ato para dar início as renegociações, que visam reduzir o nível de endividamento dos brasileiros, um dos grandes objetivos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste momento.
De acordo com a portaria, os descontos terão que ser aplicados sobre o valor da dívida original. As instituições financeiras terão que verificar percentuais de desconto, de acordo com a modalidade da operação e com a faixa de atraso, podendo variar de 30% a 90%.
A quitação das obrigações financeiras poderá ser feita com recursos próprios, por meio de concessão de nova operação de crédito, ou com dinheiro do FGTS. Quem ganha até R$ 8.105 pode aderir ao Desenrola.
O programa foi estruturado em diferentes frentes para atender desde cidadãos superendividados até pequenos produtores e empresas. O teto para pessoas físicas é de R$ 15 mil por dívida bancária.
Como contrapartida, o cidadão poderá acessar conteúdos de capacitação financeira oferecidos pelos bancos garantidores. Quem renegociar pelo programa terá o CPF bloqueado para uso em casas de apostas (bets) por 12 meses.
Quem pode ser beneficiado pelo Novo Desenrola?
Cidadãos com renda mensal de até 5 salários-mínimos (R$ 8.105).
Estudantes com dívidas no Fundo de Financiamento Estudantil vencidas há mais de 90 dias.
Microempreendedores Individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.
Agricultores familiares que precisam regularizar débitos para voltar a acessar o crédito agrícola.
Aposentados e servidores que possuem empréstimos consignados e buscam o alívio da margem de comprometimento da renda.
Que dívidas podem ser renegociadas?
Cartão de crédito
Cheque especial
Crédito pessoal
CDC
Parcelamentos bancários
(contratadas até 31 de janeiro de 2026 e em atraso de mais de 90 dias e menos de 2 anos)
Quais são os limites de valor das dívidas?
Para pessoas físicas, o teto é de R$ 15 mil por instituição financeira.
Como participar do programa?
O processo é majoritariamente digital e segue estas etapas:
Os interessados em aderir ao programa devem acionar diretamente os bancos e instituições financeiras nas quais possuam dívidas, por canais digitais ou apps dos bancos.
Após o login, o sistema apresentará as dívidas cadastradas e as propostas de desconto, que podem chegar a 90%.
O beneficiário escolhe se deseja pagar à vista ou parcelado em até 48 meses, com juros limitados a 1,99% ao mês.
Para quem possui saldo no FGTS, é possível utilizar até 20% do fundo para amortizar o valor após a aplicação dos descontos mínimos pelo banco.
Após a confirmação do primeiro pagamento ou da quitação à vista, o banco tem o compromisso de retirar o nome endividado dos órgãos de serviço de proteção ao crédito.
Cartão de crédito rotativo e cheque especial
40% para dívidas com atraso entre 91 e 120 dias;
45% para atrasos entre 121 e 150 dias;
50% para atrasos entre 151 e 180 dias;
55% para atrasos entre 181 dias e 240 dias;
70% para atrasos entre 241 dias e 300 dias;
85% para atrasos entre 301 e 370 dias; e
90% para atrasos entre 371 dias e 720 dias.
Cartão de crédito parcelado e crédito pessoal
30% para dívidas com atraso entre 91 e 120 dias;
35% para atrasos entre 121 e 150 dias;
40% para atrasos entre 151 e 180 dias;
45% para atrasos entre 181 e 240 dias;
60% para atrasos entre 241 e 300 dias;
75% para atrasos entre 301 e 360 dias; e
80% para atrasos entre 361 e 720 dias.
Da Rede PT de Comunicação
O Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Concórdia mobilizará sua diretoria e categoria para participar da 6ª Marcha dos Catarinenses, marcada para o dia 18 de agosto, em Florianópolis. O ato, que volta a ser realizado após doze anos, a última edição ocorreu em 2014 pretende reunir milhares de pessoas na capital do estado sob o lema "Do campo à cidade, quem constrói Santa Catarina é a classe trabalhadora".
Entre os principais eixos que a delegação metalúrgica defenderá nas ruas está a reestruturação das relações de trabalho e a garantia de qualidade de vida para a categoria. A entidade estará representada por diretores que acompanharão de perto a marcha e as entregas das pautas junto aos órgãos públicos.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Concórdia Bruno M. Bilha destacou o caráter histórico do reencontro da classe trabalhadora e as prioridades centrais da mobilização:
"Essa marcha não acontecia desde 2014 e seu retorno às ruas é um momento crucial de unidade. Estamos encaminhando diretores do nosso sindicato para Florianópolis para garantir que a voz da categoria metalúrgica seja ouvida. A nossa prioridade absoluta nessa mobilização é o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem nenhuma redução de salário. O trabalhador precisa de mais tempo para descanso, família e qualificação, e o desenvolvimento de Santa Catarina não pode ser feito custando a saúde e o bem-estar de quem produz a riqueza do nosso estado."
Nos próximos dias (24 e 25 de fevereiro), uma força-tarefa organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Concórdia e pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) estaram em Brasília (DF) para dialogar com parlamentares e ministros sobre o fim da escala 6x1 e redução salarial sem redução de salários. Delegações do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará participam da mobilização, que também conta com a Federação dos Metalúrgicos do Nordeste.
A iniciativa reforça uma bandeira histórica do movimento sindical e soma esforços com os Comerciários do DF na defesa da redução da jornada sem corte salarial. A Confederação leva ao Congresso argumentos baseados na realidade do mundo do trabalho e nas mudanças produtivas em curso, buscando sensibilizar lideranças políticas para um novo pacto social que valorize tempo de vida e direitos.
Para o presidente da entidade, Loricardo de Oliveira, o país vive um momento decisivo. “O Brasil está diante de uma escolha histórica, manter um modelo baseado na intensificação do trabalho e na compressão do tempo de vida ou avançar para um padrão de desenvolvimento que combine crescimento econômico, justiça social e bem-estar”. Segundo ele, se trata de uma agenda econômica, social e civilizatória alinhada às demandas da classe trabalhadora.
Kelly Galhardo, secretária de Políticas Sociais da CNM/CUT, entende que o fim da escala 6x1 é um divisor de águas para quem vive do trabalho. “Com essa mudança, os trabalhadores vão poder aproveitar mais a família, descansar de verdade e ainda ter uma qualidade de vida melhor. Menos estresse, mais tempo com quem se ama e mais saúde no longo prazo. É um ganho gigante para quem precisa conciliar trabalho e vida pessoal”, defendeu.
O secretário-geral da CNM/CUT, Renato Carlos, o Renatinho, destacou que a presença da Confederação na capital federal reafirma a importância de ocupar os espaços de poder. “Não basta denunciar as injustiças, é preciso estar onde as decisões são tomadas. Dialogar com quem faz a política em Brasília é fundamental para transformar as reivindicações da classe trabalhadora em projetos concretos e mudanças na legislação brasileira”, afirmou.
Segundo Renatinho, a entidade tem intensificado a articulação com parlamentares e ministros para construir uma base de apoio à pauta. “A CNM/CUT tem dialogado com diferentes bancadas e com representantes do governo para apresentar dados, experiências e propostas. É dessa forma, com mobilização e incidência institucional, que vamos avançar na redução da jornada e no fim da escala 6x1, garantindo direitos e mais qualidade de vida”, encerrou.
Presidente ressalta resultado compartilhado pelo Governo do Brasil, o Parlamento e os movimentos sociais. Texto segue para o Senado
Compromisso de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei que determina o fim do pagamento de Imposto de Renda para mais de 10 milhões de brasileiros que ganham até R$ 5 mil por mês foi aprovada por unanimidade na Câmara dos Deputados.
O texto-base teve 493 votos favoráveis e nenhum contrário na noite desta quarta-feira (1º/10). Agora, o projeto de lei, que também prevê descontos para reduzir o imposto de renda pago por 5 milhões de brasileiros que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil, segue para apreciação do Senado. O projeto de lei foi apresentado pelo Governo do Brasil ao Congresso há seis meses.
“Uma vitória em favor da justiça tributária e do combate à desigualdade no Brasil, em benefício de 15 milhões de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros”, definiu o presidente Lula em postagem nas redes sociais.
Essa é uma vitória compartilhada pelo Governo do Brasil, as deputadas e os deputados e pelos movimentos sociais. Tenho certeza de que a proposta também contará com amplo apoio no Senado”, completou Lula.
HISTÓRICO – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também celebrou o resultado da votação no parlamento. “Um dia histórico. Começamos a enfrentar nossa principal chaga: nossa inaceitável desigualdade. Não há desenvolvimento com esse nível de desigualdade. Não há justiça. Começamos e juntos vamos concluir esse trabalho”, afirmou.
FUTURO MAIS JUSTO – A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, acompanhou a votação no plenário da Câmara e se manifestou sobre o resultado pelas redes sociais. “Um passo histórico para a justiça tributária e social. Uma proposta do governo do presidente Lula que coloca o Brasil no caminho de um futuro mais justo e igualitário”, definiu.
PARLAMENTO – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que o aumento da faixa de isenção é um avanço na justiça social brasileira e garante mais dinheiro no bolso do trabalhador. Relator do projeto de lei na Câmara, o deputado Arthur Lira citou a relevância da aprovação por unanimidade e afirmou ter sido uma honra relatar o texto que vai beneficiar mais de 15 milhões de brasileiros.
COMPENSAÇÃO – Enviado pelo Governo do Brasil ao Congresso Nacional em março, o texto compensa a isenção do Imposto de Renda com uma cobrança de até 10% de imposto para os chamados super ricos, grupo de brasileiros com rendimento tributável acima de R$ 50 mil por mês (R$ 600 mil ao ano), um grupo de cerca de 140 mil pessoas.
A PARTIR DE 2026 – Se aprovado pelo Legislativo e sancionado pelo presidente até o fim do ano, a medida passa a valer a partir de 2026. “Desde 2023, já isentamos outras 10 milhões de pessoas de pagar imposto de renda ao ampliar a faixa de isenção para até dois salários mínimos. Estamos falando de justiça tributária”, lembrou o presidente Lula mais cedo, em postagem nas redes sociais.
Fonte: Governo Federal
Nos próximos dias (24 e 25 de fevereiro), uma força-tarefa organizada pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) estará em Brasília (DF) para dialogar com parlamentares e ministros sobre o fim da escala 6x1 e redução salarial sem redução de salários. Delegações do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará participam da mobilização, que também conta com a Federação dos Metalúrgicos do Nordeste.
A iniciativa reforça uma bandeira histórica do movimento sindical e soma esforços com os Comerciários do DF na defesa da redução da jornada sem corte salarial. A Confederação leva ao Congresso argumentos baseados na realidade do mundo do trabalho e nas mudanças produtivas em curso, buscando sensibilizar lideranças políticas para um novo pacto social que valorize tempo de vida e direitos.
Para o presidente da entidade, Loricardo de Oliveira, o país vive um momento decisivo. “O Brasil está diante de uma escolha histórica, manter um modelo baseado na intensificação do trabalho e na compressão do tempo de vida ou avançar para um padrão de desenvolvimento que combine crescimento econômico, justiça social e bem-estar”. Segundo ele, se trata de uma agenda econômica, social e civilizatória alinhada às demandas da classe trabalhadora.
Kelly Galhardo, secretária de Políticas Sociais da CNM/CUT, entende que o fim da escala 6x1 é um divisor de águas para quem vive do trabalho. “Com essa mudança, os trabalhadores vão poder aproveitar mais a família, descansar de verdade e ainda ter uma qualidade de vida melhor. Menos estresse, mais tempo com quem se ama e mais saúde no longo prazo. É um ganho gigante para quem precisa conciliar trabalho e vida pessoal”, defendeu.
O secretário-geral da CNM/CUT, Renato Carlos, o Renatinho, destacou que a presença da Confederação na capital federal reafirma a importância de ocupar os espaços de poder. “Não basta denunciar as injustiças, é preciso estar onde as decisões são tomadas. Dialogar com quem faz a política em Brasília é fundamental para transformar as reivindicações da classe trabalhadora em projetos concretos e mudanças na legislação brasileira”, afirmou.
Segundo Renatinho, a entidade tem intensificado a articulação com parlamentares e ministros para construir uma base de apoio à pauta. “A CNM/CUT tem dialogado com diferentes bancadas e com representantes do governo para apresentar dados, experiências e propostas. É dessa forma, com mobilização e incidência institucional, que vamos avançar na redução da jornada e no fim da escala 6x1, garantindo direitos e mais qualidade de vida”, encerrou.
País registra 102,4 milhões de pessoas ocupadas e redução de mais de 1 milhão de desocupados em relação a 2023
A taxa de desemprego no Brasil permaneceu em 5,6% no trimestre encerrado em agosto, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira (30). O índice é o mesmo registrado entre maio e julho e representa a menor taxa já apurada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), série iniciada em 2012.
O resultado confirma o nível mais baixo da história e consolida, pelo terceiro mês consecutivo, a redução no número de desocupados. Entre junho e agosto, o país registrou cerca de 6,08 milhões de pessoas em busca de trabalho, número inferior ao do mesmo período de 2023, quando 7,13 milhões procuravam uma vaga. Até então, o menor patamar da série havia sido registrado em dezembro de 2013, com 6,1 milhões de trabalhadores à procura de emprego.
Ocupação em alta
Em agosto, o Brasil contabilizava 102,4 milhões de pessoas ocupadas, o que elevou a taxa de ocupação da população em idade ativa para o nível recorde de 58,1%. Esse percentual representa um avanço de 0,5 ponto em relação ao trimestre encerrado em maio, equivalente a mais 555 mil pessoas, e de 1,8 ponto frente ao mesmo período de 2023, o que corresponde a 1,9 milhão de trabalhadores adicionais.
Segundo William Kratochwill, analista do IBGE, o crescimento do emprego tem relação direta com contratações realizadas na rede pública de ensino, especialmente na educação infantil e fundamental, durante o primeiro semestre. A maioria dessas vagas foi preenchida por profissionais sem carteira assinada e com contratos temporários. Esse grupo registrou alta de 5,5% em comparação com o trimestre anterior, mas se manteve praticamente estável (0,8%) frente ao período de junho a agosto de 2024.
Carteira assinada em expansão
O setor privado alcançou recorde de 52,6 milhões de empregados, impulsionado pelo número de celetistas (excluindo domésticos), que chegou a 39,1 milhões — o maior já registrado. Houve estabilidade em relação ao trimestre anterior e crescimento de 3,3% no ano, o que representa mais 1,2 milhão de trabalhadores. Já o contingente de empregados sem carteira no setor privado ficou em 13,5 milhões, estável no trimestre, mas com queda de 3,3% (menos 464 mil pessoas) na comparação anual.
Kratochwill observa que o aquecimento do mercado de trabalho tem alterado o perfil das contratações: “Com a menor disponibilidade de mão de obra, os empregadores precisam oferecer condições mais vantajosas, como a formalização pela carteira assinada”, afirmou.
Setor público e trabalhadores por conta própria
O número de funcionários do setor público manteve-se estável em relação ao trimestre anterior, somando 12,9 milhões. Em comparação com o mesmo período de 2024, houve crescimento de 2,7%, equivalente a mais 340 mil pessoas. Entre os trabalhadores por conta própria, que totalizam 25,9 milhões, também houve expansão nas duas bases de comparação.
Fonte:https://www.cut.org.br/noticias/desemprego-no-brasil-se-mantem-em-5-6-o-menor-da-historia-5eb5
O Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Concórdia firmou nesta Terça Feira 21/10/2025 o acordo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) com a empresa Perozin, após um processo de diálogo e negociação que contou com a participação ativa dos representantes sindicais e da direção da empresa.
O acordo, que foi aprovado por unanimidade pelos trabalhadores, representa mais uma conquista importante da categoria, reforçando o compromisso do sindicato em garantir direitos, valorização e reconhecimento do esforço coletivo de cada profissional.
Durante a assembleia realizada com os colaboradores da Perozin, os representantes do sindicato destacaram a importância da PLR como um instrumento que reconhece o empenho dos trabalhadores no crescimento da empresa e na construção de melhores condições de trabalho e renda.
O Sindicato segue firme na luta pela ampliação de direitos e pela valorização dos metalúrgicos, mantendo o compromisso de representar cada trabalhador com seriedade, transparência e responsabilidade.
O Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher, celebrado em 10 de outubro, é um momento de reflexão e mobilização em todo o país. Nesta data, o Sindicato dos Metalúrgicos de Concórdia reafirma seu compromisso com a defesa da vida, da dignidade e dos direitos das mulheres.
Combater a violência contra a mulher é defender a dignidade humana e o direito de todas a viverem com liberdade, respeito e segurança. A violência pode se manifestar de várias formas — física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial — e todas devem ser combatidas com firmeza e solidariedade.
O Sindicato reforça que a luta por igualdade e proteção é uma responsabilidade coletiva. Nos locais de trabalho, nas comunidades e dentro de casa, é preciso promover uma cultura de respeito, acolhimento e empatia.
🚨 Denuncie!
Se você ou alguém que você conhece está em situação de violência, procure ajuda:
📞 Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher (funciona 24 horas, em todo o Brasil, de forma gratuita e sigilosa).
Juntas e juntos, podemos construir uma sociedade mais justa, segura e igualitária.
✊ Sindicato dos Metalúrgicos de Concórdia – na luta em defesa da vida e dos direitos das mulheres.
Um total de 40,7 mil aposentados e pensionistas de Santa Catarina que foram vítimas de descontos indevidos em benefícios do INSS já receberam o ressarcimento por parte do Governo Federal. Os valores são pagos de forma integral, com correção pela inflação (IPCA), diretamente na conta onde o segurado recebe o benefício. Até 11 de agosto, o Governo Federal já liberou mais de R$ 1 bilhão a 1,6 milhão de aposentados e pensionistas em ressarcimentos em todo o Brasil.
Os pagamentos em Santa Catarina já superam R$ 24,3 milhões. Os aposentados e pensionistas que receberam a reparação correspondem a 62,9% do total de 64,7 mil pessoas vítimas de descontos indevidos que estão aptas a receber os valores de volta no estado. O total estimado para ressarcir todos os prejudicados é de R$ 37,7 milhões.
"O governo que investigou a fraude ao INSS está devolvendo devidamente o dinheiro que foi roubado dos aposentados e pensionistas e não vai deixar ninguém no prejuízo", ressaltou o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz.
Fonte: Gov.br